Postback S2S: como rastrear conversões
Como vincular um clique a um cadastro ou depósito: identificador do clique, postback, controle de duplicatas, conciliação e causas de eventos não registrados.
O que é um postback S2S
Um postback S2S é uma mensagem do servidor do anunciante para o servidor da plataforma de afiliados sobre um resultado: cadastro, primeiro depósito ou outro evento acordado. Ele ajuda a vincular o resultado a um clique no link do afiliado. O postback, por si só, não comprova a boa-fé do remetente: são necessárias autorização, validação dos dados e conciliação.
Como um clique é vinculado a um evento
O visitante acessa o link de rastreamento. A plataforma registra o clique e envia seu identificador ao anunciante. O anunciante salva a associação com o usuário e, quando ocorre a ação desejada, devolve esse identificador junto com o evento.
A sequência é esta: link da campanha → clique → armazenamento do identificador → ação no anunciante → mensagem do servidor → verificação → registro da conversão. Uma interrupção em qualquer etapa pode impedir a atribuição.
Quais dados precisam ser acordados
São necessários o identificador do clique, o tipo de evento, um número único da operação e, quando o cálculo depende de um valor, esse valor e sua moeda. Os nomes exatos dos parâmetros devem ser obtidos na documentação vigente da integração. Um exemplo de outra rede de afiliados não garante compatibilidade.
Combine separadamente como distinguir cadastro, primeiro depósito e depósitos subsequentes. Um novo valor não transforma um depósito subsequente no primeiro. Para um modelo baseado em receita, esclareça o significado do valor enviado: depósito e receita líquida não são intercambiáveis.
Por que repetir uma requisição não deve gerar outro pagamento
A conexão pode cair depois que a mensagem foi processada com sucesso, mas antes que o anunciante receba a resposta. O remetente repete a requisição, embora o evento já esteja registrado. Por isso, cada operação precisa de um identificador estável: mudar o número a cada tentativa dificulta reconhecer a repetição.
A verificação de autorização e a proteção contra remunerações duplicadas resolvem problemas diferentes. A primeira limita quem pode enviar mensagens; a segunda impede pagar duas vezes pelo mesmo evento. As chaves secretas devem ficar no servidor; não podem ser inseridas em links públicos nem em materiais publicitários.
É necessário instalar código no site?
O próprio postback de servidor exige uma troca de dados entre servidores. Ainda assim, o anunciante precisa obter e armazenar o identificador do clique. A implementação específica depende do site e da integração. Um pixel no navegador pode ser uma ferramenta complementar, mas não substitui a confirmação do resultado financeiro pelo servidor.
O modelo CPM exige uma medição própria de impressões: um link comum contabiliza cliques. Não se deve calcular impressões com base na quantidade de cliques nem considerar cada requisição a uma página como uma visualização remunerável de anúncio.
O que fazer se o anunciante não enviou o evento
Um único clique não permite saber se houve um depósito. São necessários o registro de envios do anunciante, a resposta do destinatário e a conciliação com o sistema de origem. Compare as operações por identificadores e horários, não apenas pelos valores totais do dia.
Use o checklist para localizar conversões não registradas. As regras para que um evento confirmado se torne receita disponível estão descritas no artigo sobre o período de retenção.